Força capaz de promover mudanças
Esse tema está muito presente nos dias de hoje, provavelmente por consequência da maneira individualista que vivemos: trancados em nossos mundos sem nos importarmos com o que acontece do lado de fora.
Vivemos num mundo de AI, que nada tem a ver com os “ais” dos suspiros e das dores. AI é a sigla em inglês para Inteligente Artificial, mecanismos de softwares projetados para realizar uma série de ações que simulam a inteligência humana, e estão presentes em diversos campos de nosso cotidiano.
Gostei desse trocadilho, de “AI” e “ais”, por isso fiz a brincadeira, mas vamos continuar o texto usando o termo em português, IA – Inteligência artificial, que a dor é a mesma.
Por trás dos mecanismos de busca como o Google há uma série de combinações (os algoritmos), que leem as palavras-chave que as pessoas digitam e as transformam em respostas, usando como fundamento os princípios da inteligência artificial.
O sistema não pensa como os humanos, mas é capaz de fazer milhares de conexões de dados deduzindo resultados cada vez mais precisos.
As tecnologias de IA não se restringem ao mundo digital, e já fazem parte da chamada quarta revolução industrial, estando presentes em diversos campos de pesquisa e trabalho.
Vamos dar um passeio para entender melhor esse termo.
A Inteligência Artificial e o Cinema
Se a arte imita a vida, no campo de ficção científica, o cinema vem se antecipado a ela. Nos últimos sessenta anos, a sétima arte tem levado para as telonas roteiros incríveis, com coisas comuns para os dias de hoje, mas inimagináveis na época em que os filmes foram lançados.
Em “2001 uma Odisseia no Espaço”, de 1968, uma equipe de astronautas é enviada a Júpiter para realizar uma investigação em uma nave controlada pelo computador Hall, que, num determinado momento, tenta “assumir” o controle total das coisas, eliminando os tripulantes.
Hall é inteligência artificial pura!
Outro clássico da década de sessenta e setenta, o desenho os Jetsons, conta a história de uma família tradicional ambientada no futuro. Uma de suas estrelas, a robô Rose, além de desempenhar todas as tarefas da casa, tinha personalidade e era capaz de interagir com os donos da casa.
Anos mais tarde, no filme “Homem Bicentenário”, lançado em 2000, por exemplo, o robô Andrew, magnificamente interpretado pelo eternizado Robin Williams, é adquirido como uma espécie de utensílio doméstico.
Com o tempo, de forma voluntária, ele começa a despertar curiosidades, inteligência e personalidade, indo por conta própria buscar seu desenvolvimento, almejando sua liberdade como humano.
Esses títulos, dentre muitos outros, mostram como a questão do domínio da máquina e da tentativa de humanização das máquinas tem estado presente há anos.
A partir de 2000, no entanto, com o avanço mundial da internet e das demais tecnologias digitais, as pesquisas nessa área vão se tornando cada vez mais sérias e abrangentes.
IA – Inteligência Artificial: Um pouco de História
Os estudos sobre IA surgiram na Segunda Guerra Mundial, dentro da Ciência da Computação. Procuravam desenvolver mecanismos e dispositivos que simulassem a capacidade do ser humano resolver problemas.
Os sistemas deveriam executar funções simulando um resultado, que seria comparado à capacidade do homem de obtê-lo, ou seja, a sua inteligência.
Os cientistas americanos, Hebert Simon, Allen Newell, Jonh McCarthy, são considerados pioneiros no assunto, por terem criado, em 1956, um campo de estudo específico para o estudo da IA – Inteligência Artificial.
O grande sonho deles e de pesquisadores anteriores era fazer com que a máquina conseguisse reproduzir a capacidade de pensar dos seres humanos.
Com o tempo, não querem criar apenas máquinas que executem tarefas como os humanos ou com suas características físicas, desejam algo que simule a capacidade humana de sentir, de ter criatividade, de usar a linguagem e se autodesenvolver.
Com os avanços tecnológicos, surgem os softwares e programas que conseguem abstrair as ideias dos seres humanos, sendo capazes de deduzir coisas, e, de certa forma, aprender. Um sistema de inteligência artificial hoje analisa as seguintes capacidades:
Com IA – inteligência artificial, podemos gerenciar uma quantidade infinita de dados, otimizar processos e analisar os resultados para melhoria do desempenho.
A inteligência artificial, cada vez mais, tem sido utilizada por diversos segmentos.
Os bancos, em razão da grande quantidade de dados gerenciados, já são um hard user de softwares. Utilizam a IA nos seus sistemas de segurança, nas análises de investimentos e para conhecer o perfil dos seus clientes.
As gerências de Recursos Humanos têm recorrido aos softwares de IA para otimizar seus processos de recrutamento, criando filtros que permitem fazer uma avaliação prévia dos dados dos candidatos, otimizando o processo de seleção.
No marketing digital, conhecer e dominar as técnicas que fazem com que os sistemas de IA dos mecanismos de buscas consigam conectar sua marca, seu site, a uma demanda do cliente, é questão de sobrevivência. Leia mais sobre isso em O sucesso dos textos com palavras certas para o Google.
Quarta Revolução – Um Olhar mais Amplo
No livro A Quarta Revolução Industrial, Klaus Schwab cita que “estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”.
Embora aborde temas que, de certa forma, estão distantes de nós, como engenharia genética e neurotecnologia, não podemos negar a repercussão que essa revolução já está gerando em todas as partes do planeta.
No nosso cotidiano, percebemos algumas mudanças na internet das coisas, inteligência artificial e robótica, por exemplo.
Ainda é cedo para avaliarmos todos impactos em virtude da convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas, mas o estudo nos alerta para as mudanças que estão em curso e que ainda vem por aí.
Muita gente fica apavorada com essa ideia de máquinas capazes de pensar como seres humanos. Escutamos um “ ai, ai, ai ” vindo daqueles que acreditam que a ciência está se metendo em locais que só cabe a Deus.
Enfim, esse campo de pesquisa é muito extenso, e as regras e limites éticos ainda estão sendo estabelecidos, mas não temos como segurar os avanços já verificados nas aplicações que estão por toda lado no campo da IA – inteligência artificial.
Agora pare, observe como o mundo e as empresas interagem com você e como você interage com o mundo. Que dados seus estão por aí que podem estar sendo analisados e processados nesse momento?
Assustador, né?
Mas o que não podemos conter, precisamos conhecer e aprender, para não sermos atropelados pelos acontecimentos.
Bem-vindo!
Outro dia ela veio me contar que havia assistido a um vídeo com o cantor e compositor Gilberto Gil, que falava sobre ter fé. Estava encantada com a maneira dele contar as coisas, poetando cada palavra, mas principalmente com a fala sobre “ter fé na vida”.
Tentando reproduzir as mesmas palavras do artista, ela disse: “pois a vida é única coisa que nós temos para acreditar”.
Falar de fé mexe muito com ela. Ainda pequena tinha umas certezas, uma confiança muito grande nas coisas, e mesmo no meio de situações complicadas, afirmava que tudo passaria e ficaria bem. Ela tinha fé!
Tem quem diga que isso não é fé e sim uma posição otimista sobre as coisas, o que eu até concordo. Sinto que as pessoas que têm fé trazem a esperança dentro delas, uma disposição positiva para superar as questões do dia a dia.
A palavra esperança, que vem do verbo esperar, também traz consigo o sentimento de confiança, desta forma, ter esperança é esperar com confiança que algo bom e desejado pode acontecer, porque ninguém quer esperar por uma notícia triste ou algo ruim.
É impressionante a força que as palavras podem ter na vida das pessoas.
A palavra fé no grego é “pestia” e quer dizer acreditar; no latim é “fedis”, que além de significar acreditar incorpora o conceito de fidelidade. Logo, ter fé e ter fidelidade àquilo que se acredita.
Levamos para o conceito de fé muitas crenças que estão associadas à religiosidade, aos dogmas e aos milagres, mas ela vai muito além das religiões, embora passe por elas.
Acredito que a fé seja uma experiência pessoal que não deve ser entendida como uma posição passiva diante dos acontecimentos cotidianos.
A fé deve ser raciocinada e considerada dentro do contexto em que vivemos, de modo a ser fortalecida e não virar devaneio ou, como diz o ditado, tornar-se “fé cega, faca amolada”.
Ter fé é não duvidar da verdade que sentimos e trazemos dentro de nós sem perder a referência do que se manifesta em volta de nós: a vida!
“Ter fé na vida”, como afirma Gil, é ter confiança, deslumbramento, mas, acima de tudo, certeza de que tudo está harmoniosamente integrado.
Perguntei a ela, então, “você tem fé em que?”, e ela me respondeu: “tenho fé em tudo que me envolve”.
E você, tem fé em que? Deixe sua impressão sobre o assunto nos comentários.
Abraços.
Abissal
Doce Surpresa
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Renato Cardoso
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