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Inteligência Artificial: desse “AI” não escapamos mais

Não existe vazio nas palavras.

As palavras encantam, impactam, rompem fronteiras.

As palavras são livres e encontram sentido dentro de cada um.

Mundo digital

Inteligência Artificial:
Dessa “AI” não escapamos mais

Ai Conexões... (3)

Vivemos num mundo de AI,  que nada  tem a ver com  os “ais” dos suspiros e das dores.  AI  é a sigla em inglês para Inteligente Artificial, mecanismos de softwares projetados para realizar uma série de ações que simulam a inteligência humana, e estão presentes em diversos campos de nosso cotidiano.

 

Gostei desse trocadilho,  de “AI” e “ais”, por isso fiz a brincadeira, mas  vamos continuar o texto usando o termo em português, IA – Inteligência artificial, que a dor é a mesma.

 

Por trás dos mecanismos de busca como o Google há uma série de combinações (os algoritmos), que leem as palavras-chave que as pessoas digitam e as transformam em respostas, usando como fundamento os princípios da inteligência artificial.

 

O sistema não pensa como os humanos, mas é capaz de fazer milhares de conexões de dados deduzindo resultados cada vez mais precisos.

As tecnologias de IA não se restringem ao mundo digital, e já fazem parte da chamada quarta revolução industrial,  estando presentes em diversos campos de pesquisa e trabalho.

 

Vamos dar um passeio para entender melhor esse termo.

A Inteligência Artificial e o Cinema

Se a arte imita a vida, no campo de ficção científica, o cinema vem se antecipado a ela. Nos últimos sessenta anos,  a sétima arte tem levado para as telonas roteiros incríveis,  com coisas comuns para os dias de hoje, mas inimagináveis na época em que os filmes foram lançados.

Em “2001 uma Odisseia no Espaço”,  de 1968, uma equipe de astronautas é enviada a Júpiter para realizar uma investigação em uma nave controlada pelo computador  Hall,  que, num determinado momento, tenta “assumir” o controle total das coisas, eliminando os tripulantes.

Hall é  inteligência artificial pura!

Cinema AI

Outro clássico da década de sessenta e setenta, o desenho os Jetsons, conta a história de uma família tradicional ambientada no futuro. Uma de suas estrelas, a robô Rose,  além de desempenhar todas as tarefas da casa,  tinha personalidade e era capaz de interagir com os donos da casa.

Anos mais tarde, no filme “Homem Bicentenário”, lançado em 2000, por exemplo, o robô Andrew, magnificamente interpretado pelo eternizado Robin Williams, é adquirido como uma espécie de utensílio doméstico.

Com o tempo, de forma voluntária, ele começa a despertar curiosidades,  inteligência e personalidade, indo por conta própria buscar seu desenvolvimento, almejando sua liberdade como humano.

Esses  títulos, dentre muitos outros, mostram como a questão do domínio da máquina e da tentativa de humanização das máquinas tem estado presente há anos.

A partir de 2000, no entanto, com o avanço mundial da internet e das demais tecnologias digitais, as pesquisas  nessa área vão se tornando cada vez mais sérias e abrangentes.

IA – Inteligência Artificial: Um pouco de História

Os estudos sobre IA surgiram na Segunda Guerra Mundial,  dentro da Ciência da Computação. Procuravam desenvolver mecanismos e dispositivos que simulassem a capacidade do ser humano resolver problemas.

Os sistemas deveriam executar funções simulando um resultado, que seria comparado à capacidade do homem de obtê-lo, ou seja, a sua inteligência.

Os cientistas americanos, Hebert Simon, Allen Newell, Jonh McCarthy, são considerados pioneiros no assunto, por terem criado, em 1956,  um campo de estudo específico para o estudo da IA – Inteligência Artificial.

O grande sonho deles e de pesquisadores anteriores era fazer com que a máquina conseguisse reproduzir a capacidade de pensar dos seres humanos.

Com o tempo, não querem criar apenas máquinas  que executem tarefas como os humanos ou com suas características físicas,  desejam algo que simule a capacidade humana de sentir, de ter criatividade,  de usar a linguagem e se autodesenvolver.

Com os  avanços tecnológicos, surgem os softwares e programas que conseguem abstrair as ideias dos seres humanos, sendo capazes de deduzir coisas, e, de certa forma, aprender. Um sistema de inteligência artificial  hoje analisa as seguintes capacidades:

 

  • Raciocínio lógico: aplicar regras lógicas, através de combinações de dados, para obter uma conclusão;
  • Aprendizagem: aprender com base nos erros e acertos, para agir de forma precisa futuramente;
  • Reconhecer: identificar os padrões visuais, sensoriais e de comportamento;
  • Inferência: conseguir aplicar o raciocínio nas situações cotidianas.

 

Com IA – inteligência artificial, podemos gerenciar uma quantidade infinita de dados, otimizar processos e  analisar os resultados para melhoria do desempenho.

A inteligência artificial, cada vez mais, tem  sido utilizada por diversos segmentos.

Os bancos, em razão da grande quantidade de dados gerenciados, já são um hard user de softwares. Utilizam a IA nos seus sistemas de segurança, nas análises de investimentos e para conhecer o perfil dos seus clientes.

As gerências de Recursos Humanos têm recorrido aos softwares de IA para otimizar seus processos de recrutamento, criando filtros que permitem fazer uma avaliação prévia  dos dados dos candidatos, otimizando o processo de seleção.

No marketing digital, conhecer e dominar as técnicas que fazem com que os sistemas de IA dos mecanismos de buscas consigam conectar sua marca, seu site,  a uma demanda do cliente, é questão de sobrevivência. Leia mais sobre isso em O sucesso dos textos com palavras certas para o Google.

Quarta Revolução – Um Olhar mais Amplo

No livro A Quarta Revolução Industrial,  Klaus Schwab  cita que “estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes”.

Embora aborde temas que, de certa forma, estão distantes de nós,  como engenharia genética e neurotecnologia, não podemos negar a repercussão que essa revolução já está gerando em todas as partes do planeta.

No nosso cotidiano, percebemos algumas mudanças na internet das coisas, inteligência artificial e robótica, por exemplo.

Ainda é cedo para avaliarmos todos impactos em virtude da convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas, mas o estudo nos alerta para as mudanças que estão em curso e que ainda vem por aí.

Muita gente fica apavorada com essa ideia de máquinas capazes de pensar como seres humanos. Escutamos um “ ai, ai, ai ” vindo daqueles que acreditam que a ciência está se metendo em locais que só cabe a Deus.

 

 

Enfim, esse campo de pesquisa é muito extenso, e as regras e limites éticos ainda estão sendo estabelecidos, mas não temos como segurar os avanços já verificados nas aplicações que estão por toda lado no campo da IA – inteligência artificial.  

Ai Conexões... 6

Agora pare, observe como o mundo e as empresas interagem com você e como você interage com o mundo.  Que dados seus estão por aí que podem estar sendo analisados e processados nesse momento?

Assustador, né?

Mas o que não podemos conter, precisamos conhecer e aprender, para não sermos atropelados pelos acontecimentos.

 

Bem-vindo!

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Palavras-Chave de Cauda Longa dão os Melhores Caldos

Não existe vazio nas palavras.

As palavras encantam, impactam, rompem fronteiras.

As palavras são livres e encontram sentido dentro de cada um.

Mundo digital

Palavras-Chave de Cauda Longa dão Melhores Caldos.

Da primeira vez que ouvi a seguinte afirmativa: “palavras-chave de cauda longa dão melhores resultados”, fiquei com uma tremenda cara de paisagem.

A pessoa com quem eu falava soltou no ar uma frase cujo sentido se fechava com o entendimento do termo cauda longa. Naquele momento, eu não podia dizer nada, senão encerrava ali minha oportunidade de trabalho como produtora de conteúdo para o mundo digital.

Balancei a cabeça e soltei um: “é verdade”!

A conversa terminou e fui logo googlar para entender onde estava pisando.

Vou tentar explicar esse conceito para aqueles que, assim como eu, recorreriam aos mecanismos de busca para entender o sentido desse termo.

Porém, antes de falar sobre cauda longa, precisamos entender o que significa o conceito palavra-chave no mundo digital.

Vamos lá!

O que são palavras-chave?

O mundo digital trouxe muitas mudanças para a vida das pessoas. Uma das mais significativas está relacionada à forma de se obter respostas para diversas questões através de pesquisas nos mecanismos de buscas, como o Google e o Bing.

O termo palavra-chave está relacionado à maneira como esses buscadores interpretam o que  os usuários digitam na barra de pesquisa.

Com diferentes combinações de dados, os buscadores vão elaborando perfis de respostas, de modo a entregar para os usuários os resultados que melhor solucionem suas dores e necessidades.

Trocando em miúdos: se você digitar, por exemplo, “alugar casa na praia”, o Google vai combinar todas as informações, usando diferentes algoritmos, para entregar como resposta os sites, imagens, mapas e vídeos que melhor atendam a área de interesse de sua pesquisa.

Do outro lado da ponta, temos as pessoas (ou empresas) que querem ofertar uma casa para alugar e desejam aparecer de forma destacada para quem busca por essa palavra-chave. Esse destaque pode ocorrer de duas maneiras:
  • Pagando por um anúncio: a palavra-chave “alugar casa na praia” é selecionada e vinculada a um determinado anúncio que pode aparecer na primeira página de respostas da busca do Google, por exemplo.

Um anúncio concorre com outros, por isso a escolha da palavra-chave certa é importante para não interferir no posicionamento e encarecer o investimento. A escolha de uma palavra-chave pouco específica pode atrair visitas inadequadas. Se o pagamento estiver relacionado à quantidade de cliques feitos no anúncio, você terá que pagar pelo clique deles também.

  • Utilizando Técnicas de Otimização: com métodos e estratégias de otimização, também conhecidas como SEO – Search Engine Optimization, uma página, site ou blog pode aparecer nas primeiras posições dos mecanismos de buscas de forma gratuita, ou, como se costuma dizer, de forma orgânica.

Essas técnicas estão relacionadas aos critérios utilizados pelos buscadores para indexar as informações disponibilizadas, considerando tanto os aspectos relacionados à estrutura interna do site, quanto à qualidade e a forma do conteúdo (incluindo palavras-chave).

Enfim, no mundo digital tudo acaba girando em torno de palavras-chave.  

Agora, vamos entrar no motivo do post: as palavras-chave de cauda longa.  

Por que palavras-chave de cauda longa dão caldo?

Escolher a palavra-chave certa faz parte de uma boa estratégia de otimização para os motores de busca, mas é importante entender que cada palavra-chave tem um determinado poder de atração.

As palavras-chave denominadas amplas conseguem obter um grande volume de exposição, e um número elevado de visitantes, mas a concorrência tende a ser maior, o que implica numa briga pelo melhor ranqueamento.

Por outro lado, uma palavra ampla atrai um público muito genérico, que quase sempre acaba refazendo a busca procurando uma opção mais adequada a sua necessidade, o que não é bom para a sua estratégia.

Exemplificando: se você trabalha com venda de carros importados e escolhe a palavra-chave ampla “venda de carros”, com certeza vai atrair diferentes visitantes que querem comprar um carro, mas não necessariamente os importados. O posicionamento aqui estaria inadequado.

Outra opção nesse caso seria escolher uma palavra-chave mais específica, que atraia acessos de melhor qualidade, ou seja, com maiores possibilidades de fechamento de um negócio, ou como se diz no mundo digital: com melhores taxas de conversão.

Palavras-chave específicas são longas e descritivas, por isso são chamadas de cauda longa.

É isto mesmo!

A partir de três palavras já passamos a denominar palavras-chave de cauda longa.

No exemplo anterior, a escolha da palavra-chave de cauda longa poderia ser: venda de carros novos importados.

Esse conceito não é uma simples brincadeira, está baseado em uma pesquisa que avaliou a quantidade de frases compostas por uma ou mais palavras em relação ao percentual de pesquisas feitas na internet com cada grupo. Os dados são reveladores:

  • A quantidade de frases compostas por 1 única palavra é o menor, mas tem alto volume de busca e competitividade;
  • Conforme acrescentamos palavras (2 ou 3) essa relação vai se modificando, a quantidade de frases aumenta, o volume de buscas e a concorrência diminuem;
  • Acima de 3 chegamos ao ponto onde a cauda longa dá caldo!
Palavras-chave de cauda longa representam 70% de todas as pesquisas realizadas na internet. Um número enorme de palavras-chave pode ser usado de forma estratégica para atrair o público certo com um nível bem baixo de competitividade.

Mesmo com um número menor de visitas, a natureza específica da busca faz com que as taxas de conversão sejam altas, com um custo mais baixo de investimento.

Resumindo, o caldo principal das palavras-chave de cauda longa contém os seguintes ingredientes:

  1. Baixa concorrência
  Quando a marca é muito conhecida, são grandes as chances de se destacar nos mecanismos de buscas, mesmo usando uma palavra-ampla, já que outros fatores são indexados para contribuir com esse destaque, mas para a maioria dos negócios da internet, isso não acontece.

Quanto menor for a quantidade de buscas mensais por uma palavra-chave, mais baixa será sua concorrência.
 
  1. Melhor taxa de conversão
O grande negócio da internet é fechar uma venda, fazer uma conversão.

Uma palavra-chave ampla que atrai cem visitas e só converte uma tem um resultado menos significativo do que uma palavra-chave de cauda longa, que traz vinte visitantes para a página e gera duas ou mais conversões.

Se você promove a página com a palavra-chave certa, as chances de conseguir as melhores taxas de conversão são maiores.

Os sistemas de buscas também consideram essa movimentação de visitas para qualificar e posicionar o seu site ou blog.

  1. Melhores taxas de clique
A taxa de cliques de uma página para a qual o usuário foi direcionado pelo mecanismo de busca é interpretada como possível “gol” pelo Google, ou seja, a hipótese de entrega perfeita, já que a resposta correspondeu à expectativa da pesquisa.

A forma como as pessoas interagem com os resultados de uma pesquisa tem impacto direto no posicionamento de uma página e ajudam ao Google a entender melhor o comportamento dos usuários (uma forma de inteligência artificial).

Tudo é monitorado. Cada ação do usuário fica registrada. Se ele clicar no seu anúncio e voltar rapidamente para a página de resultados, seu posicionamento fica prejudicado, abrindo espaço para os anúncios da concorrência.

Para atrair os cliques  de quem realmente quer comprar o que você está anunciando, palavras-chave de cauda longa dão os melhores resultados.

O tema é extenso. Poderíamos continuar falando sobre muitos outros pontos importantes, mas o conceito principal é esse,  e não tem nada a ver com o tamanho da cauda de ninguém, embora a imagem do dinossauro seja muito usada para ilustrar os gráficos.

Como escrevi no post anterior, O sucesso dos textos com palavras certas para o Google, os buscadores têm desenvolvido mecanismos cada vez mais “inteligentes” para fornecer aos usuários dos sistemas de busca uma experiência cada vez mais positiva.


Dessa forma, o amor do Google e de outros buscadores pelas palavras certas faz com que as palavras-chave de cauda longa continuem dando caldo.


Até o próximo post!

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O sucesso dos textos com palavras certas para o Google

Não existe vazio nas palavras.

As palavras encantam, impactam, rompem fronteiras.

As palavras são livres e encontram sentido dentro de cada um.

Mundo digital

O sucesso dos textos com palavras certas para o Google.

Eu gosto de escrever, e vejo esta combinação de palavras como um jogo, uma brincadeira, onde imaginação e conhecimento fazem sentido de forma técnica e, ao mesmo tempo, poética.

Porém, no mundo digital, escrever tomou contornos ainda mais interessantes.

O termo “produção de conteúdo” assumiu o papel principal, em um universo repleto de pessoas e empresas que competem por cliques e visualizações de suas páginas e sites.

Não basta escrever bem, precisa entender a maneira pela qual a sua publicação será identificada pelos mecanismos de busca do Google, compostos por diferentes algoritmos.

O Google está cada vez mais preciso em identificar, através das palavras que o usuário digita na barra de busca, o tipo de conteúdo que melhor responderá a essa procura.

Por isso, de forma poética, vejo uma relação forte de amor do Google com as palavras certas.

Complicado isso, né?

Verdade. Não é a toa que a dupla perfeita de criação de um conteúdo digital seja um bom redator e um especialista em marketing digital.

Vamos entender melhor como tudo isso funciona.

Como um conteúdo de um post ou um site se destaca nos buscadores?


Um texto com boa qualidade de redação, objetivo e bem completo em informações sobre determinado tema, garante algumas vantagens sobre os demais na disputa por ser visualizado na primeira página de resultados de uma busca.

Aparecer na primeira página significa estar “bem ranqueado”, e, para isso, é importante conhecer os principais fatores de ranqueamento utilizados nos complexos sistemas de algoritmos do Google.

Qualidade do texto


A base de um texto atraente está na qualidade do seu conteúdo: clareza e objetividade na redação, somados a uma quantidade robusta de informações sobre determinado tema.

Esses aspectos já contribuem para que os algoritmos do Google reconheçam a relevância de um post, aumentando as chances dele ficar bem ranqueado.

Existe um conjunto de técnicas que ajudam a otimizar o conteúdo de um post, favorecendo seu melhor ranqueamento, denominada SEO — Search Engine Optimization, ou, simplesmente: otimização para os mecanismos de busca.

Técnicas e mecanismos do SEO para produção de conteúdo


Essas otimizações têm como objetivo alcançar um bom ranqueamento orgânico, gerando tráfego e autoridade para um site ou blog.

Profissionais e especialistas em SEO vivem um desafio permanente de acompanhar as atualizações dos algoritmos do Google, de modo a manterem seus conteúdos sempre atualizados e adaptados às novas fórmulas.

Algumas técnicas de SEO continuam sendo utilizadas na produção dos textos, contribuindo para que seu conteúdo continue atraente, tais como:

I. Títulos atraentes: com palavras-chave que respondam as buscas das pessoas. Ter boas chamadas é tão importante quanto ter bons conteúdos;

II. Informações principais no início do texto: podem contribuir para os algoritmos ranquearem o conteúdo, principalmente se começar com a palavra-chave;

III. Uso de links: bastante usado na web, os links no texto são qualificados positivamente pelos mecanismos de busca, por oferecerem um benefício extra de informação ao leitor. Mesmo esse recurso, porém, tem que ser usado com cuidado para não forçar muito a barra, querendo dar propriedade ao conteúdo de forma exagerada;

IV. Negrite as palavras-chave: embora seja simples, essa técnica dá visibilidade à palavra-chave nos mecanismos de busca;

V. Não exagere no uso das palavras-chave: além do texto ficar pesado, pode ter efeito reverso, atrapalhando a leitura dos robôs;

VI. Mantenha o site e os conteúdos atualizados: O tempo de existência de uma página é fator de ranqueamento.

Essas são algumas técnicas para construção de textos otimizados, mas, no mundo digital, a atualização das tendências e recursos é constante.

Como atuam os algoritmos do Google?


Os algoritmos desenvolvidos pelo Google, apesar de serem um tipo de inteligência artificial, são fórmulas cada vez mais capazes de transformar as perguntas em respostas para o usuário em suas buscas.

As atualizações são constantes, visando proporcionar a melhor experiência ao usuário. Cada atualização foca em um aspecto diferente, sempre buscando os fatores de ranqueamento.

O Google utiliza diferentes critérios de ranqueamento para definir como os sites serão posicionados em sua busca, baseando-se em vários parâmetros.

São mais de 200 critérios, mas, para entender um pouco desse riscado, vamos falar de três: Conteúdo, Backlinks e RankBrain

 

1- Conteúdo: não é novidade, pois, tudo que se escreve e é colocada no post, no site, está sendo verificado pelos mecanismos de busca.
Fornecer conteúdo de valor, como já falamos, é o aspecto número um para ser considerado relevante pelos robôs;

 

2- Backlinks: ter uma rede de backlinks apontando para o site é forte fator de ranqueamento, mas claro, desde que sejam de boa qualidade,
pois, geram confiança;

 

3- Rankbrain: uma Inteligência artificial que auxilia no processamento das buscas. A própria máquina analisa as informações, com base em todos os dados que recebe e aperfeiçoa a apresentação das possibilidades de respostas.

 

Em busca de melhores experiências e resultados nas buscas, algoritmos estão sendo permanentemente desenvolvidos pelo Google, como o Pigeon, Panda, entre outros.

 

Importante é saber que o Google investe na relação com o usuário: uma história de amor, que sempre começa com as palavras.

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